Exceptuando alguns filmes, nunca me vi na ansiedade pela estreia de uma série como actualmente. Depois de devorar os livros de George R.R. Martin, há uns meses recebi com êxtase a notícia de que estavam a preparar a série – porque a história é demasiado complexa para se reduzir às três horas na tela de cinema. Espero que seja o mote para o autor terminar de uma vez a saga (se bem que ache que é impossível dar um fim a Westeros) e, enquanto lança e não lança os dois livros que estão na forja, serei uma dos muitos espectadores dedicados da maior produção da HBO para 2011.
Abril de 2011. “The Winter is Coming…” :)
Vejam este vídeo para entender o que as Crónicas de Gelo e Fogo vos reservam:
Amanhã estarei no Agrupamento Escolar da Pedrulha, onde tenho marcadas duas apresentações de livros com os alunos. Mas esta visita será diferente das habituais: no final do dia, na presença dos encarregados de educação, falarei de outra faceta da minha vida – o Voluntariado.
“Voluntariado: realizar e realizar-se” é o título que dei à minha intervenção. Na perspectiva de uma voluntária, nesta reunião em celebração de “2011: Ano Europeu do Voluntariado” será descrito abreviadamente o que um núcleo da Cruz Vermelha Portuguesa presta à comunidade, nomeadamente, os seus serviços e os meios utilizados. No entanto, o assunto basilar da noite consistirá no que um Voluntário de Apoio Geral realiza no âmbito daquela estrutura – e noutras similares – e no que um cidadão pode fazer pela comunidade, de forma independente de uma entidade vocacionada para a solidariedade social e por iniciativa própria, atingindo tantos ou mais êxitos no seu objectivo de vida que é ajudar os outros com o mero dispor das suas capacidades.
Em celebração do 75.º aniversário da morte de Fernando Pessoa, deixo-vos um link riquíssimo: a Casa Fernando Pessoa, online e gratuitamente, disponibilizou muito recentemente a biblioteca privada do Poeta, com a qual é possível consultar, página a página, os cerca de 1140 volumes da biblioteca, mais as anotações – incluindo poemas – que Fernando Pessoa foi fazendo nas páginas dos livros – http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/ .
Recentemente, Paula Pinto leu os quatro livros da saga Terras de Corza e procurou-me para dar a sua opinião sobre cada um deles, em exposições com bastante detalhe. Qualquer autor como eu agradece este acto, pois comprova se conseguimos fazer o leitor pensar de um modo ou de outro e ensina-nos a melhorar no projecto seguinte. Hoje mostro-vos a sua crítica ao quarto livro, Os Doze Reinos. De modo que, se já leste algum dos livros Terras de Corza, não hesites em enviar um e-mail (em “Contactos”).
Confesso que ler um comentário que termina com o desabafo de que seria capaz de voltar a ler tudo de novo deixa uma lagrimazinha no canto do olho :)
O livro Os Doze Reinos revela uma nova escritora, assombrosamente mais madura, com uma escrita mais rica em detalhes, mas conseguindo novamente criar personagens interessantes, que sentimos próximas de nós, e sobre as quais queremos ler mais e mais.
Este livro poderia, à partida, não ter tanto interesse – com o facto de se saber, de antemão, o “final”, corríamos o risco de ver retirados à narrativa a emoção e a expectativa, o que nunca aconteceu. Corza desperta em nós sentimentos de grandeza, e, mais do que qualquer outro protagonista, confere às Terras de Corza a aura mítica e memorável dos grandes épicos.
E, tal como aontece nos volumes anteriores, a jornada das personagens nunca perde a humanidade. Nesto quarto livro, o prólogo dita desde logo essas bases humanas e, como um prólogo que se preze, nunca nos sai da cabeça ao longo do livro. Daí que os momentos de reflexão e reencontro com o passado sejam tão emotivos, mesmo que (ou talvez por isso mesmo) sejam povoados de pinceladas de humor, como o reencontro com Redstad (“São meus ou são teus?”(..) “Acho que eram os meus!”).
Fiquei rendida a esta saga. A escrita simples torna-a acessível a toda a gente, e as personagens, extremamente humanas, ficam-nos na memória.
E, se, à medida que lia os livros anteriores, sentia uma vontade imensa de conhecer as origens das Terras de Corza, agora cheguei ao fim com vontade de reler O Décimo Terceiro Poder, e os seguintes, sucessivamente. A culpa é da Madalena, que criou um círculo fechado, perfeito e mágico, dando-nos a conhecer um universo próprio, e de certa forma, invulgar no panorama literário actual: uma tapeçaria com várias cores e feitios, com tecidos distintos, uns novos, outros já gastos, mas todos interligados entre si. De se lhe tirar o chapéu!Uma série que recomendo vivamente a todos!
Já lá vão dois meses desde a primeira vez que falei da promoção exclusiva da FNAC.PT que ronda Os Doze Reinos. Acontece que está a correr tão bem que, passado tanto tempo, continua de pé. E como já muitos de vocês estão a pensar nos presentes de Natal que vão oferecer à família e aos amigos, aqui vão umas sugestões em que o último tomo das Terras de Corza está em destaque:
Oferta Exclusiva para compras feitas através do site Fnac
Ou seja, se comprares através do site FNAC, pelo preço de € 16,26 (se tiveres cartão FNAC; se não tiveres, fica por € 18,07), recebes em casa DOIS livros das Terras de Corza. Tanto pode ser um presente a duplicar para ti, como duas prendas a oferecer pelo preço de uma ;) [LINK NA IMAGEM]
Outra promoção que quero relatar é da BERTRAND.PT. À quinta-feira, há sempre uma promoção no site e hoje é bastante apetitosa: ora, sendo o preço d’Os Doze Reinos de € 18,06 e como a campanha de hoje (só hoje, dia 18/11!) é de portes grátis em encomendas superiores a € 18,00, é um bom partido para quem já tem As Tribos do Sul e só quer adquirir Os Doze Reinos. [LINK NA IMAGEM]
Haverão certamente outras oportunidades noutros sites de vendas de livros. Não é difícil encontrar um desconto de 10% sobre os volumes das Terras de Corza.