Capa e Sinopse d’OS DOZE REINOS
publicado em Geral a 25 de Junho de 2010
6 comentários

osdozereinosMADALENA SANTOS ESTÁ DE VOLTA! “OS DOZE REINOS” É O QUARTO E ÚLTIMO LIVRO DA SAGA “TERRAS DE CORZA”, QUE PROMETE UM FINAL EXTRAORDINÁRIO E INESQUECÍVEL.

“Numa era primitiva e violenta, onde povos rudes são vizinhos de Cidades em franca ascensão, os clãs da Região de Unar tentam concentrar as suas forças no Primeiro Rei.

Um bando de amigos que vive na orla dos Pântanos de Unar desde cedo se vê portador de um destino recheado de vitórias e glória eterna. Após uma longa campanha de duras provações, um deles, Teldius, é coroado e inicia uma longa fase de conquistas. Porém, os inimigos são muitos e diversificados e, no Sul, as Cidades revelam-se prósperas, evoluídas e habitadas por adversários superiores.

As traições alteram o caminho dos Guerreiros de Unar e, no meio de tantos homens cujo ânimo se baseia na ferocidade dos líderes, Corza eleva-se até os inimigos temerem o seu nome. A odisseia prossegue até aos reinos longínquos, onde cenários coloridos e exóticos os esperam para intrigas entre poderosos que manipulam coroas e definem o futuro a seu bel-prazer.”

NAS LIVRARIAS A 20 DE JULHO!

Em breve haverão notícias dos lançamentos no Porto e em Lisboa.

6 comentários.



    .I.
  1. Está muito bonita, como todas as outras :) mas a minha favorita há-de ser sempre a capa de “O Décimo Terceiro Poder”, primeira edição. Definitivamente, marcou-me.

    Comentário por Joana Freitas às 15h44 de 26 de Junho de 2010.
  2. .II.
  3. :)

    Também apreciei muito essa primeira interpretação da minha personagem, creio que absorveu bem a essência de Neferlöen.

    Há quem prefira as primeiras capas, outros dão mais valor às novas. Bem, tudo depende dos gostos. E o que me interessa é o que acham da história ;)

    Beijinhos

    Comentário por Madalena Santos às 13h12 de 27 de Junho de 2010.
  4. .III.
  5. As segundas capas estão muito boas também. Das quatro (ia dizer três mas agora temos também esta obra de arte, o que faz quatro) a de “A Coroa de Sangue” é a minha favorita… mas pronto, aquela da primeira edição de “O Décimo Terceiro Poder”, bateu cá dentro no fundo.
    A meu ver, a capa de um livro deve transmitir a sua essência, e essa capa sem dúvida transmitia isso. Profunda, misteriosa, decidida… tal como a história em si e a Neferlöen.
    Espero que assim continue, pois eu cá estarei, toda “livromaníaca” à espera para ler outro livro maravilhoso. Sugam-nos lá para dentro e depois para pousar… ui, é tortura!

    Comentário por Joana Freitas às 2h44 de 23 de Julho de 2010.
  6. .IV.
  7. :)

    Fico à espera da tua opinião quanto a este último livro, que já está nas livrarias. Estou muito entusiasmada, pois foi foram precisos seis anos para finalmente poder pegar nessa intriga que bailava na minha imaginação e transmiti-la para o papel.

    Comentário por Madalena Santos às 10h10 de 30 de Julho de 2010.
  8. .V.
  9. 6 anos? Ena! Há cerca de um ano comecei a escrever na brincadeira, e nunca mais parei. O que começou por ser uma história pontual tornou-se num projecto. Sempre escrevi para os jornais da escola ou regionais e blogs, mas nunca “a sério”. Escrevo o que gostaria de ler, e desfruto cada momento. É uma paixão. Gostava imenso de publicar o meu trabalho, mas, por vezes, tenho medo. Sempre que encerro um capítulo, deixo que dois amigos muito chegados os avaliem, e as críticas são sempre muito boas, chegam até a dizer que sou das melhores “escritoras” cujos trabalhos já leram; há dias em que penso que apenas dizem o que dizem para me agradar… Enfim.
    Estive até para submeter o meu trabalho ao prémio leya. Não o fiz pois não estava acabado, nem tinha sido inteiramente revisto. De cada vez que leio, acrescento ou corrijo qualquer coisa. Quase nunca estou satisfeita e quero sempre melhorar. Vou pôr as coisas assim: quanto mais escrevo, mais (e melhor) quero escrever.
    Quando toda a gente andava em cima de mim a pressionar-me para acabar de escrever e me candidatar ao prémio, decidi fazer precisamente o contrário xD
    Quando estiver satisfeita com o que tenho, aí sim, será o momento ideal. Até lá, trabalho. Não vou dar a ler a outros algo com que não estou inteiramente à vontade. Se eu não sentir a satisfação de que falo, certamente que quem for ler também não a sentirá.
    Não sei se me faço entender…

    Quanto a “Os Doze Reinos”, na minha cidade já andei a ver mas não encontrei à venda :(
    Estava a pensar mandar vir da Wook, juntamente com outros livros que estão na minha lista de compras. Estou ansiosa por ler.
    A desvantagem deste grande vício da leitura é ter sempre enormes wishlists dificílimas de preencher pois o dinheiro não estica e a dificuldade em encontrar alguns dos volumes. Mas é um vício que, sem dúvida, compensa o esforço (e a dedicação de andar a ler 4 e 5 livros ao mesmo tempo! lol)
    Quem disser que não há bons vícios, desengane-se…!

    Comentário por Joana Freitas às 2h45 de 1 de Agosto de 2010.
  10. .VI.
  11. O que escreveste reflecte o que me aconteceu antes de publicar e o que ainda me acontece.

    O autor nunca está satisfeito com a sua obra. É sempre capaz de melhor e a prática afina o engenho :) Tens de continuar a escrever muito e a ser perfeccionista e exigente contigo. É bom procurar a opinião de um amigo, mas eles têm de ser sinceros no que dizem, para poderes progredir.

    Não te apontaria como primeira experiência o concurso da Leya. Não sei se reparaste nos vencedores; são sempre pessoas com muita vivência e uma vasta experiência literárias. Mas aconselho-te umas tentativas noutros concursos, há imensos e diversos deles criados a pensar em jovens autores.

    Não há que ter medo. Não tens nada a perder (verifica sempre os regulamentos, no caso dos concursos) e obtém-se muita experiência com tentativa e erro. Um “não” não desmoralizar; basta pensar em casos flagrantes, que hoje são êxitos mundiais, que viram cinco e seis negas antes de atingir os voos altos onde hoje planam.

    Sim, sem dúvida é um vício muito bom. Com a leitura, conhecemos mundos que de outro modo são inatingíveis, aprendemos a expressar-nos, faz-nos pensar e desenvolver a argumentação, abre horizontes e prepara-nos para a vida real.

    Faço figas para que não demore até haver um Os Doze Reinos em tua casa ;)

    Comentário por Madalena Santos às 12h21 de 2 de Agosto de 2010.

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