
“O ELSA MUN [Model United Nations] é uma simulação das Nações Unidas que visa educar os participantes acerca de civismo, comunicação efectiva, globalização e diplomacia multilateral.
No MUN os estudantes desempenham papéis de diplomatas e participam numa sessão simulada de uma organização intergovernamental: os participantes escolhem um país, fazem o papel de diplomatas, investigam temas internacionais, debatem, deliberam e negoceiam com aliados e adversários, com o objectivo de promover a cooperação internacional, de forma a resolver os problemas que afectam países por todo o mundo.”
(retirado de http://elsamun09.com.sapo.pt/ )
Foi no ELSA (The European Law Student’s Association) MUN da Universidade Católica do Porto que passei os últimos três dias, depois de ter adorado a experiência da edição anterior. Negociar com pessoas de vários pontos de Portugal, personificando a opinião do país que se representa (este ano fui Sueca), deliciar-se com debates emocionantes e algumas polémicas que fazem o auditório tremer. Lá pelo meio, há espaço para muita diversão, quer nos coffee breaks, quer nos jantares, quer em plenos discursos. Os ânimos por vezes arrebatam as regras, mas nisso rapidamente encontra-se graça e, apesar do cansaço no final do terceiro dia, até se comenta que ia outro MUN dali a uns meses. E amigos fazem-se. Ou reforçam-se.
Parabéns aos 25 participantes da minha faculdade! O melhor orador está nas nossas fileiras :)
Muito aconselhado. Se puder estar lá no próximo ano…
MNS
Começou a nova ronda de apresentações. O mês de Março teve um bom início; na ida a Montemor-o-Velho e Carapinheira, fiz seis apresentações (recorde pessoal!) e uma entrevista para o jornal da escola. No intervalo de almoço, deu para espreitar uma fábrica em Tentúgal e trazer preciosidades da doçaria conventual.

Depois deste pequeno desvio, a tarde ficou mais colorida!
No dia seguinte, Mindelo acolheu-me com vento frio e um céu cinzento, porém, na biblioteca da Escola respondi a algumas melhores perguntas que me fizeram nestes eventos.
E como Maio vem aí, o Livro III está a ocupar-me várias horas semanais, para que o seu lançamento seja em grande. Pela primeira vez torno pública uma sinopse do seu enredo, que revela o cenário que já comecei a explicar nestes encontros mais recentes:
O novo horizonte decora uma época de mudança; os primeiros automóveis passeiam-se em cidades de chaminés fumegantes, que gritam por mais recursos, para um maior progresso. Pela primeira vez, as Terras de Corza galgam as suas fronteiras, nessa busca frenética, cruzando-se com os povos do Sul, que, ainda amando a natureza virgem, erguem defesas desesperadas.
Tyrawen, filha de um Deputado, faz parte da vaga de exploradores, mas, quando menos espera, a experiência de um rapto altera-lhe o rumo: uma promessa por cumprir fá-la entregar-se ao misticismo das tribos, que a converte na representação de uma divindade. As Terras de Corza pretendem descredibilizá-la; mas serão capazes de negar a força das crenças primitivas?
O futuro irá traçar-se respeitando os mais antigos ou derrubando uma civilização…
É um livro diferente dos anteriores. Mas sem dúvida um regresso às Terras de Corza.
Prometo que está para muito breve a divulgação do título!
MNS
No blogue http://tretaseletras.blogspot.com foi publicada uma imagem que inclui o início do primeiro capítulo de _O Reino de Portugal em 1766_, por Charles Dumouriez, onde logo se descobre dois parágrafos que me deixaram com um meio sorriso:
Os costumes das províncias do Norte de Portugal assemelham-se positivamente aos dos escoseses. São belos homens, francos, sinceros, corajosos, cheios de preconceitos, de ódio nacional e de amor patriótico. Eles exercem a hospitalidade: nas províncias de Entre-Minho-e-Douro e Trás-os-Montes, não existem albergues.
No meio do país, ao contrário, e particularmente em Lisboa, os habitantes são ladrões, avarentos, traidores, brutais, orgulhosos, mal humorados e também maus de corpo como de espírito; encontram-se, contudo, algumas excepções e sobretudo entre a nobreza, que é mais culta que a nobreza espanhola, mais afável e comunicativa, o que devem ao grande convívio com estrangeiros.
1766, diz o título…
(Link directo para a imagem: http://4.bp.blogspot.com/_-7AEJXoTZII/SWd4bDu-piI/AAAAAAAABAQ/49HfR3NJFtA/s1600-h/Pag+1.jpg )
Decidi criar a “Agenda”, livrando assim o blogue da constante actualização. Claro que nos próximos dias o design é muito suspeito, mas vou pedir para ser ajeitado. Há-de ficar apresentável logo que o Pedro Miguel deitar os seus pozinhos mágicos… Mas não vou importuná-lo numa época festiva, por isso, podem rir-se da confusão.
Continuação de Boas Festas!